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Produzir uma tonelada de café na Colômbia custa mais de US$ 2.700, afirmou o director da chamada Missão para Competitividade do Sector Cafeeiro, Juan José Echavarría. Entretanto, a tonelada de cafés suaves é produzida em média a US$ 1.450 na América Latina e US$ 1.400 no resto do mundo.
A missão, que terminou na semana passada, entregará os seus resultados no próximo dia 12 de Fevereiro, e não durante as sessões do congresso cafeeiro do final desse mês, como indicou o presidente da Colômbia há quase um ano.


Segundo dados divulgados pela Organização Internacional do Café (OIC), os preços do café sofreram novas quedas em Outubro passado, com os preços dos quatro indicadores dos grupos de café a descerem rapidamente ao longo do mês.
A média mensal do preço indicativo composto está agora no seu nível mais baixo desde Março de 2009, além de que a tendência de queda acentuada observada nos últimos dois anos não mostra qualquer sinal de desaceleração.


Como berço do café espresso, Itália continua a promover a divulgação da paixão e cultura desta bebida. O próximo dia 10 assinala o arranque do encontro anual 'Io Bevo Espresso', que envolve o Instituto Nacional Espresso Italiano e diversas empresas do sector.
Seminários, degustações, cursos e visitas guiadas compõem um intenso programa de atividades, que oferecerão aos interessados a oportunidade de participar e descobrir o mundo do café em todas as suas vertentes: do cultivo à torra, culminando nos métodos de preparação com máquinas profissionais.


Um grupo de cientistas norte-americanos concluiu que a melhor hora para tomar a sua dose diária de cafeína é no período entre as 09:30 e as 11:30 da manhã, e não necessariamente ao acordar, como muitos podem pensar.

Em causa está o modo como o café interage com o nosso sistema hormonal, particularmente com o cortisol, que gere o "relógio biológico" e promove o estado de alerta.
Os níveis de cortisol são naturalmente elevados ao acordar e podem permanecer altos durante até uma hora depois de nos levantarmos (o pico é entre as 08:00 e as 09:00).


Segundo um estudo internacional do Instituto de Informação Científica sobre Café, o consumo moderado de café pode reduzir até 25% do risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2, avança comunicado de imprensa.


O consumo de café reduz o risco do tipo mais comum de cancro do fígado, o carcinoma hepatocelular (HCC) em cerca de 40%. Além disso, alguns dados indicam que três chávenas de café por dia reduzem em mais de 50% os riscos de adquirir a doença.


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