Subscrição de CoffeeLetters

Não há qualquer relação entre a quantidade de café consumida e a diminuição da densidade mineral óssea, um dos factores responsáveis pelo desenvolvimento da osteoporose, segundo as conclusões de um estudo elaborado na Universidade de Trakya (Turquia).
Um grupo de médicos e fisiatras conduziu um estudo para avaliar o impacto do consumo de café em mulheres durante a pré-menopausa. O objectivo era determinar se o consumo de café tinha influência na alteração dos valores de densidade mineral óssea na pós-menopausa.


O café pode contribuir para um menor risco de desenvolver cancro. A conclusão é de um estudo realizado por investigadores chineses e divulgado pela BioMed.
De acordo com estes cientistas, o consumo de uma chávena de café de 125 mililitros por dia corresponde a uma redução de 3% no risco de vir a sofrer de vários tipos de cancro, entre eles o cancro na bexiga, na boca, na faringe, no esófago e até leucemia.


A Direcção-Geral de Saúde (DGS) alertou hoje para o elevado consumo de cafeína pelos jovens, sublinhando que pode “mascarar problemas de falta de sono”, aumentar a pressão arterial ou causar insónias e tremores.
“É uma questão de os pais perceberem que os filhos podem estar a beber café em excesso”, disse Pedro Graça - coordenador da Plataforma Contra a Obesidade da DGS -, alertando para os “efeitos nefastos”, nomeadamente porque “as bebidas com cafeína, incluindo o café, mascaram problemas de falta de sono, por serem estimulantes”.


Numa plantação com 35 mil cafeeiros, no estado de São Paulo (Brasil), foram instalados 12 equipamentos, denominados anéis, que vão libertar dióxido de carbono nas plantas, de acordo com a direcção dos ventos. A intenção dos investigadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) é saber os efeitos da mudança do clima numa das principais culturas agrícolas do Brasil. Os grãos testados serão o ubatã e o catuaí-vermelho, este último é um dos mais plantados no país.


Por ocasião do National Coffee Day, celebrado a 29 de Setembro, o Career Builder e a Dunkin’Donuts, publicaram um estudo que demonstra a importância do café para aguentar uma jornada de trabalho. De acordo com a pesquisa, 34% dos profissionais necessitam de pelo menos uma dose de cafeína para encarar o expediente, e desses, 4,6% afirmam ter menos produtividade quando não tomam café. Entre os indivíduos que tomam café diariamente, 61% afirmam ingerir pelo menos duas chávenas durante o dia de trabalho, e 28% admitem beber três ou mais doses nesse período.


Numa altura em que se assinala o Dia Europeu da Depressão (1 de Outubro), é divulgado um estudo que indica que beber café – duas ou mais chávenas por dia – pode ajudar a evitar a depressão entre o sexo feminino. Na investigação da Harvard Medical School participaram mais de 50 mil mulheres.
O estudo, divulgado pelo Archives of Internal Medicine, mostra que as mulheres que bebem café são menos propensas a vir sofrer de depressão. Os investigadores acreditam que isso acontece porque a cafeína provoca alterações químicas no cérebro.


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