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O consumo excessivo de café pode causar alucinações auditivas, revela um estudo realizado por investigadores da Universidade La Trobe (Austrália) e publicado no Personality and Individual Differences.
Os investigadores afirmam que tomar cinco ou mais cafés por dia pode desencadear este fenómeno, após a medição do efeito da cafeína e stress em 92 pessoas.


Os consumidores regulares de café têm menor probabilidade de vir a sofrer de tensão alta. A conclusão é de uma investigação realizada pela Keio University (Tóquio, Japão), publicada na revista Hypertension Research, que refere que quem ingere três a quatro chávenas de café por dia apresenta um menor risco de vir a desenvolver hipertensão.
O estudo envolveu 4.554 homens, com idades compreendidas entre 20 e 70 anos. A investigação demonstrou ainda que quem não consome café apresenta maior probabilidade de sofrer de hipertensão.


Uma experiência realizada em ratos revelou que a cafeína condiciona os movimentos musculares que as trompas de Falópio fazem no sentido de ajudar os óvulos a descer até ao útero. Este processo delicado é fundamental para o início de uma gravidez.
Investigadores da Universidade do Nevada (EUA) avançam assim uma explicação para o facto de mulheres com elevados consumos diários de café e bebidas com cafeína, terem tendencialmente mais dificuldade em engravidar do que aquelas que consomem pouca cafeína.


O café pode ajudar a combater o risco de desenvolver cancro da próstata, revela um novo estudo realizado por investigadores da Harvard School of Public Health.


Os funcionários que não abrem mão de alguns minutos para relaxar durante o dia de trabalho têm agora o apoio da ciência para fazerem a sua pausa para o cafezinho. Um estudo britânico revelou que o coffee break torna os trabalhadores mais produtivos.
Investigadores da London School of Hygiene and Tropical Medicine descobriram que a cafeína ajuda a melhorar a memória e a concentração dos funcionários, e também a reduzir o número de erros cometidos durante o trabalho.


Investigadores suecos compararam estilos de vida e consumo de café entre mulheres com cancro de mama e mulheres saudáveis da mesma idade. Descobriram que as consumidoras de café têm menor incidência de cancro de mama do que as mulheres que raramente ingerem café. Contudo os investigadores também descobriram que diversos factores afectam as taxas de cancro de mama, tais como idade na menopausa, exercício, peso, educação e antecedentes familiares de cancro de mama.


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