Subscrição de CoffeeLetters

O consumo de café pode estar directamente relacionado com um menor risco de desenvolver cancro. A conclusão pertence a um estudo realizado por investigadores chineses e divulgado pela BioMed, que analisou 59 pesquisas realizadas sobre o tema, as quais foram previamente avaliadas e seleccionadas com base em variados critérios de confiança.


Milhões de pessoas acreditam que beber café logo pela manhã ajuda a despertar, mas um estudo afirma que não passa de um efeito placebo. A investigação foi realizada pela Universidade de East London (Reino Unido), com base na análise de 88 voluntários, entre os 18 e os 47 anos, amantes de café e que consumiam pelo menos dois cafés por dia.
A alguns dos voluntários foram dados a beber cafés com cafeína, mas dizendo que eram descafeinados, e a outros, o contrário. Em seguida foram distribuídos testes aos voluntários, para medir o desempenho mental de cada um, reacções e humor.


A Colômbia e outros grandes produtores de café de alta qualidade esperam a maior safra em três anos, uma mudança que poderia amenizar a valorização recente dos preços.
A menos que o clima prejudique a colheita, a Colômbia, o México, o Peru, e todos os países da América Central, excepto El Salvador, estão à espera de safras maiores, segundo uma pesquisa com as organizações de café nacionais. Combinada, a produção desses países é estimada em 26,35 milhões de sacas de 60 quilos, uma alta de pelo menos 2% na safra que começa a 1 de Outubro.


Consumir pelo menos três chávenas de café por dia pode reduzir a progressão da Hepatite C. A conclusão resultou de um estudo norte-americano, realizado pelo National Cancer Institute, publicado recentemente na revista Hepatology, e que envolveu um total de 1.050 doentes, analisados de forma aleatória através de questionários, durante um período de quatro anos.


Uma investigação norte-americana revela que a cafeína pode mesmo ser eficaz na prevenção do cancro de pele. A hipótese já tinha sido levantada, mas foi agora reforçada por este grupo de investigadores da Universidade Rutgers (New Jersey, EUA).
O estudo, feito em colaboração com a Universidade de Washington, e aplicado em ratos, aponta para que a cafeína interfira na actividade de um gene envolvido na destruição de células cancerígenas.


A produção mundial de café deve cair apenas ligeiramente no ano-safra 2011/12, à medida que melhores colheitas na Ásia e na Colômbia ajudarão a compensar uma safra menor no Brasil, de acordo com estimativas divulgadas hoje pela Organização Internacional do Café (OIC). A entidade reiterou a expectativa de que o mundo produzirá um total de 130 milhões de sacas de 60 quilos cada, pouco menos que os 133,3 milhões de sacas registadas em 2010/11.


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