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No primeiro trimestre deste ano, a Colômbia produziu 2,7 milhões de sacas de 60kg. O número representa uma quantidade 28% maior do que a produção do mesmo período do ano passado, que foi de 2,1 milhões de sacas, segundo a Federação Nacional de Cafeicultores (FNC).
O resultado foi atribuído ao programa de renovação dos cafezais com arbustos mais resistentes a enfermidades como a ferrugem e aos efeitos climáticos, com maior potencial de produção.


A exportação mundial de café apresentou um aumento de 4,3% em Fevereiro passado, em comparação com o mesmo mês de 2013. Foram embarcadas 9 milhões de sacas de 60 quilos ante 8,63 milhões de sacas em Fevereiro de 2013. A informação é da Organização Internacional do Café (OIC).
A exportação mundial nos cinco primeiros meses do ano cafeeiro 2013/2014 (Outubro 2013 a Fevereiro de 2014) apresentou redução de cerca de 6,6% em comparação com os cinco primeiros meses do período anterior.


A seca que prejudicou boa parte das áreas produtoras de café do Brasil nos últimos meses mudou os rumos do mercado internacional do grão em Fevereiro. Relatório divulgado nesta quinta-feira, 13, pela Organização Internacional do Café (OIC) mostra que a preocupação com a falta de chuvas no Brasil fez com que o preço do produto subisse 24,4% em Fevereiro no mercado internacional. Com isso, o café registou a maior alta mensal desde Maio de 1997.


Nos últimos 50 anos, o mercado de café foi caracterizado por um período de mercado regulado com intervenção directa por meio de um sistema de cotas de exportação, e um segundo intervalo sem intervenção directa, de 1990 até ao momento, de acordo com a Organização Internacional do Café (OIC).


O preço do café aos consumidores finais poderá subir até 50%, este ano, em consequência do clima seco que afectou o Brasil, o maior produtor mundial.
Este alerta é avançado pela sociedade corretora portuguesa Golden Broker, que assinala o mês de Janeiro como o "mais quente dos últimos 20 anos" no Brasil.
Esta corretora realça que as alterações climáticas tiveram repercussão na redução das previsões de colheitas, levando a um aumento do preço do café no mercado internacional para um máximo de 16 meses, com "uma subida de mais de 50% em apenas dois meses".


Partiu do Gruppo Triveneto Torrefattori, que conta com mais de 250 empresas a operar no domínio do café e que visa proteger a receita do café espresso, desenvolvida e aperfeiçoada em Itália, a proposta de reconhecimento do café espresso como património da UNESCO.
É de ressaltar que o espresso não é uma mera bebida, mas sim uma parte fundamental da história e cultura italianas, fruto de uma tradição nascida nos anos pós-guerra.
A referida entidade iniciou o processo que deverá conduzir ao reconhecimento do café espresso como património da humanidade pela UNESCO.


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