Subscrição de CoffeeLetters

A reacção frágil da oferta de café deu o tom do movimento deste mercado em 2011. Só a título de exemplo, o indicador dos preços recebidos pelos produtores brasileiros de café arábica (Cepea/Esalq) alcançou a média de R$ 494,98 por saca, de Janeiro a Novembro de 2011, contra a média de R$ 220,11, obtida durante toda a década de 2000.


A Indonésia, terceiro maior exportador de café da Ásia, planeia duplicar os embarques de grãos especiais para cerca de 2 milhões de sacas, de 60 quilos cada, até 2020, ampliando a produção em meio à expectativa de uma robusta demanda global, afirmou nesta segunda-feira Surip Mawardi, investigador sénior do Instituto Indonésio de Pesquisa de Café e Cacau.


As exportações de café da Índia no próximo ano deverão cair entre 10 e 15%, em comparação com 2011, por causa da diminuição da safra local e da desaceleração da demanda europeia, em virtude da incerteza económica.


Chuvas torrenciais na América Central e previsões de retorno do La Niña, influenciam o valor da segunda commodity mais negociada no mundo depois do petróleo.
Os preços do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) devem continuar propensos a subir no próximo mês, por causa do decréscimo da produção mundial em 2011/12, da forte demanda dos mercados emergentes e dos baixos stocks iniciais, de acordo com o Goldman Sachs.


A Indonésia está a lutar com uma queda na produção de café devido ao clima quente e húmido, e fixou uma meta ambiciosa de ser o segundo maior produtor mundial dentro de cinco anos. A Indonésia é o quarto maior produtor mundial de café, depois do Brasil, da Colômbia e do Vietname, e o segundo maior produtor de café robusta, a seguir ao Vietname.


A queda das exportações de café da Costa Rica em 2012/13 é resultado de uma maturação tardia dos frutos no país, avaliou o trader Mauricio Escalante, da exportadora costa-riquenha Cafinter.
Em Outubro, os embarques recuaram 17%, para 34.889 sacas, ante mês igual de 2011. Segundo ele, regiões produtoras do país que tiveram colheita precoce, como o centro de Turrialba, registaram produtividade abaixo da média na comparação com a temporada anterior. No entanto, a safra total de café do país deve alcançar 1,7 milhão de sacas, acima do produzido no período anterior.


Para muitos a ideia de um dia sem café é insuportável. Mas a maioria das pessoas raramente considera os efeitos colaterais da bebida, além de inquietação ou dificuldade em adormecer à noite. Mas o café pode ter outras consequências em pessoas que tomam determinados medicamentos, seja por bloquear a absorção dos mesmos ou por aumentar os seus efeitos.
Em muitos casos, as interacções são causadas pela cafeína, mas outros compostos do café também podem desempenhar um papel relevante.


A Colômbia está a impulsionar uma pesquisa genética para adaptar as suas culturas de café às mudanças climáticas, e já criou oito variedades resistentes à ferrugem do cafeeiro, para aumentar a produção.
Sendo um grande produtor mundial de grãos arábica de alta qualidade, a Colômbia está cada vez mais dependente da genética para elevar a produção de café ao volume histórico de 11 milhões de sacas, depois de três anos a alcançar níveis inferiores ao esperado.


O Brasil pode ultrapassar os EUA no consumo de café nos próximos anos. “O Brasil, maior produtor de café do mundo, pode consumir mais café que os Estados Unidos em dois ou três anos. O consumo de café no país está a aumentar em cerca de 4% a cada ano. Os brasileiros, que tradicionalmente consomem café de qualidade inferior ao que é exportado, estão cada vez mais a consumir grãos finos. Os consumidores estão cada vez mais sofisticados e querem mais qualidade e diferenciação.


Nos últimos dois anos, as vendas de cápsulas de café registaram, em Portugal, um acréscimo de mais de 30%. Até ao mês de Outubro deste ano, foram vendidas mais de 50 mil toneladas de cápsulas de café, nas grandes superfícies e comércio tradicional, conforme atestam os últimos dados fornecidos pela Nielsen. Importa destacar que este número não contempla as vendas relativas à ‘Nespresso’, tendo em conta que as suas vendas estão confinadas a pontos de venda específicos.


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