Subscrição de CoffeeLetters

Os efeitos da seca prolongada no Brasil – e o consequente aumento do preço do café – chegaram aos consumidores europeus. A Tchibo, líder do mercado de café torrado em países como Alemanha, Áustria e Polónia, colocou panfletos em supermercados e pontos de venda para informar que o valor do tipo Arábica do produto aumentou neste mês devido à queda na produção brasileira.


O Brasil terá na temporada 2014/15 a menor safra de café dos últimos cinco anos, devido ao efeito da estiagem e do tempo extremamente quente no início do ano, apontou nesta sexta-feira estudo divulgado pelo Conselho Nacional do Café (CNC).
A colheita de café do Brasil 14/15 cairá para um intervalo de 40,1 milhões a 43,3 milhões de sacas de 60 kg, contra 49,15 milhões de sacas na temporada passada.


A safra 2014/15 de café do Brasil deve cair bem abaixo das expectativas, como resultado de uma intensa poda e de um stress das árvores depois de duas grandes colheitas consecutivas no maior produtor mundial, afirmou nesta segunda-feira a suíça Volcafe, divisão de café da trading ED&F Man.


A colheita de café neste ano deve chegar a 49,15 milhões de sacas de 60 quilos no Brasil. A projecção foi divulgada nesta sexta-feira (20/12) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A quarta estimativa de safra do produto aponta para uma redução de 3,3% em relação ao ciclo anterior.


Para Bunco Wong, presidente da Associação Chinesa de Cafés Especiais (CSCA, na sigla em inglês), a tendência de crescimento económico do país e as mudanças culturais em curso tornam esse cenário mais palpável do que sugerem as estimativas disponíveis, o que também abriria espaço para um pujante mercado para produtos de qualidade superior.


A Proexport Colômbia, organização governamental focada em promover o turismo, as exportações e os investimentos da Colômbia em diversos países, destaca a afirmação de Fernando Pimentel, ministro do Comércio Exterior brasileiro. Que afirmou que o país pretende ampliar as suas exportações de misturas de café torrado, ao mesmo tempo reduzindo as vendas de grãos verdes e aumentando a compra de café de países como a Colômbia para oferecer as suas próprias misturas.


Não são apenas os actuais baixos preços do café que preocupam os produtores brasileiros. Nas últimas semanas, a falta de um defensivo eficaz e economicamente viável para combater a broca, uma das principais pragas que afectam a cultura, também passou a provocar insónias, que poderão transformar-se em prejuízos caso uma alternativa não seja encontrada. E já na próxima safra.

A broca pode ser controlada com inseticidas que contenham o princípio activo endossulfam, amplamente usado desde os anos 70.


A safra de café do Brasil em 2014 foi estimada em 60 milhões de sacas de 60kg, o que representará um crescimento de cerca de 15% na comparação com a actual temporada, cuja colheita caminha para a recta final, estimou nesta quarta-feira a INTL FCStone.
A avaliação da consultoria e corretora de commodities aponta para volumes recordes do Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, na próxima safra, que será de alta na bienalidade da variedade Arábica do país. A temporada actual é de baixa no ciclo, que alterna colheitas maiores e menores a cada ano.


Celebra-se, hoje, no Brasil, o Dia Nacional do Café, data instituída, em 2005, pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café). Marcando também o início da colheita na maior parte das regiões produtoras do país, esta data junta-se à comemoração internacional que tem lugar a 14 de abril.


O maior lance registado foi de US$ 18,80 por libra peso, valor equivalente a US$ 2.486,97 pagos por cada uma das 21 sacas do Sítio São Joaquim, de propriedade de Jesimar de Oliveira Sandi, vencedor do concurso


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