Subscrição de CoffeeLetters

A Diabetes tipo 2 é uma doença em crescimento em todo o mundo, que pode conduzir a sérios problemas de saúde. Sabe-se que pessoas que bebem bastante café têm um menor risco de desenvolver esta doença, mas o que não se sabia até agora era porquê.
De acordo com um artigo publicado na revista científica Journal of Agricultural & Food Chemistry, um grupo de cientistas encontrou uma resposta para esse mistério de longa data.


Os preços futuros do café dispararam ontem e atingiram o nível mais alto em cinco semanas na bolsa de Nova Iorque. Os contratos de arábica para entrega em Maio terminaram o pregão cotados a US$ 2,3755 por libra-peso, um ganho de 875 pontos.
Segundo analistas consultados pela Bloomberg, o mercado foi impulsionado pelas especulações de que a próxima safra brasileira não será suficiente para fazer face à procura doméstica e à exportação. De acordo com o relatório divulgado na terça-feira pela Conab, o país deverá colher entre 49 milhões e 52,3 milhões de sacas em 2012.


As exportações brasileiras de café apresentaram, em 2011, um recorde histórico. A receita do país com a actividade foi 53,6% superior à registada em 2010 e atingiu US$ 8,706 biliões. O volume exportado também mostrou um crescimento de 1,3% em relação ao ano anterior, totalizando 33.455.683 sacas. Os números são do Balanço das Exportações divulgados hoje pelo CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).


A Índia, um dos maiores produtores e exportadores de café verde do mundo, começa a ganhar mercado com a industrialização do produto. As exportações de solúvel do país asiático quase duplicaram nos últimos anos. Em 2009, foram exportadas 56 mil toneladas, número que aumentou para 99 mil em 2011.


As exportações de café da Índia em 2011 aumentaram 20,4% na comparação anual, para 346.850 toneladas, encorajadas principalmente por uma disponibilidade maior da oferta e por preços mais baixos, informou nesta segunda-feira o Conselho de Café do país.


Angola produziu, em 2011, três mil toneladas de café robusta, o que representa um aumento de 42,8% em relação a 2010, segundo os números da Organização Internacional do Café (OIC).
O governo angolano espera investir 150 milhões de dólares na área da produção de café, para atingir a fasquia das 60 mil toneladas anuais para exportação.
Actualmente, Angola é o sexto país africano produtor de café robusta, atrás da Costa do Marfim, Guiné Conacry, Togo, Madagáscar e República Centro Africana.


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