Subscrição de CoffeeLetters

Relativamente ao passado mês de Dezembro, o relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC) demonstra ter havido uma recuperação ligeira dos preços do café, impulsionada pelas crescentes preocupações com o surto de ferrugem do cafeeiro na América Central.


A Organização Internacional do Café (OIC) informou que a perspectiva de produção recorde no Brasil durante o ciclo de baixa produtividade está a contrabalançar as preocupações com a disseminação do fungo roya, causador da ferrugem dos cafeeiros, nas lavouras da América Central.


A Organização Internacional do Café (OIC) apontou que a produção mundial de café em 2012/13 (Outubro a Setembro) deverá ficar em 144, 1 milhões de sacas de 60 quilos, tendo assim um incremento de 7,2% no comparativo com a safra 2011/12, que teve a produção revista, ligeiramente para baixo, para 134,4 milhões de sacas. Os números partem do relatório de Dezembro da OIC. Assim, a OIC reduziu em 1,3% a sua estimativa para a safra mundial 2012/13, que em Novembro fora colocada em 146 milhões de sacas. O dado anterior de 2011/12 era de 134,6 milhões de sacas.


O relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC) demonstra que, em Dezembro, os preços do café sofreram revisões em baixa, com a média mensal do preço indicativo composto a registar uma queda de 3,7% para os 131.31 centavos de dólar/libra-peso, em comparação com o nível de 188.90 centavos de dólar/libra-peso verificado no início do ano civil.


A Organização Internacional do Café (OIC) estima que a colheita mundial do grão em 2012/13 crescerá 8,4% frente ao ano-safra anterior, devido ao ciclo de alta produção no Brasil, atingindo 146 milhões de sacas de 60 quilos cada. A organização informou que uma forte produção também é esperada em vários outros países exportadores.


Segundo o relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC), no passado mês de Novembro os preços do café caíram ainda mais, com o preço indicativo composto a ter um declíno de 7,3% para os 136.35 centavos de dólar/libra-peso, o que representa o seu nível mais baixo desde Maio se 2010.
Todos os indicadores do grupo diminuíram, com os Suaves Colombianos, Outros Suaves e os Naturais Brasileiros a atingirem o seu nível mais baixo em mais de dois anos. Paralelamente, o diferencial entre os indicadores dos preços do Arábica e do Robusta também caiu.


De acordo com o relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC), no passado mês de Outubro ocorreram novas descidas no preço do café, com as duas espécies – Arábica e Robusta – a perder valor. Nos últimos seis meses, o preço indicativo composto do café conservou, em grande parte, um intervalo de cerca de 140-160 centavos de dólar/libra-peso, tendo sido calculado, em Outubro, numa média de 147,12, o que representa o segundo nível mais baixo verificado em mais de dois anos.


A Organização Internacional do Café (OIC) divulgou os números referentes às importações realizadas pelos países consumidores em Junho de 2012. De acordo com a entidade, os Estados Unidos adquiriram, no sexto mês deste ano, 2.170.211 sacas de 60 quilos de café, o que implicou a queda de 3,84% em relação ao volume comprado em Maio (2.256.783 sacas).


O relatório mensal da OIC (Organização Internacional do Café) regista, para o passado mês de Setembro, um aumento ligeiro no preço indicativo composto do café, correspondendo a uma subida de 1,9% face ao mês anterior.
De acordo com a entidade, este resultado foi impulsionado pelos Arábicas, com todos os três indicadores do grupo a apresentarem aumentos de preço, ao passo que os Robustas caíram 1,5%.


A Organização Internacional do Café (OIC) acredita que a procura pela espécie Arábica irá aumentar devido ao aumento dos preços do café Robusta, informou, na última Sexta-feira, a agência de notícias Bloomberg. Este ano, os preços do grão Arábica caíram 24%, enquanto os do Robusta avançaram 20%, de acordo com a notícia publicada.
Segundo Robério Silva, director executivo da OIC, a procura por café no mundo aumentou 2,5% ao ano na última década, ante 1,6% de 1990 a 1999, esclarece o artigo.
Fonte: Revista Cafeicultura


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